Entrevistando Benjamin Teixeira – 01. 

Equipe Salto Quântico e Benjamin Teixeira. 

 

 

 

 


(ESQ) – Benjamin, por que você sempre tira os óculos, para fazer suas orações? Seus amigos íntimos, com o tempo, percebem que é este um hábito seu. 


(Benjamin) – Estávamos em 1990. Num instante de prece aguda, invocando o Nome de Jesus, gritei-o, para dentro d’alma, estendendo os olhos para Cima. Naquele exato instante, as lentes dos óculos trincaram, para meu pasmo. Por isso, sempre tiro os óculos para fazer minhas orações. Temo não só pelo valor e utilidade das lentes, mas pela incolumidade de meu aparelho visual, no corpo físico. Sou dotado de alguma potencialidade psicocinética. 


(ESQ) – Houve outro episódio que revele esta sua aptidão? 

(Benjamin) – Alguns. Os espíritos amigos me pedem relate um apenas, em caráter de alerta. Em 1988, após uma grave discussão em família, retirei-me da mesa da cozinha, onde a perlenga aconteceu. Tranquei-me no meu quarto, e ainda ouvia o parente que dizia impropérios que considerei grande injustiça, nos meus 18 anos incompletos. Foi quando bradei, da mesma forma, como um grito por dentro da mente: “Que ódio!” Naquele exato momento, o copo que eu estava utilizando, na mesa da cozinha, subiu no ar alguns centímetros e explodiu, com grande ruído, estilhaçando-se em mil pedacinhos. Todos gritaram, impressionados. 

(ESQ) – Desculpe perguntar. Não se trata de dúvida, porque o conhecemos, mas apenas para documentar: quem foram as pessoas que presenciaram este fenômeno? 

(Benjamin) – Não se constranja. Sua pergunta é compreensível e bem fundamentada, em vista da publicidade que a entrevista gozará. Minha mãe biológica, Dorinha, minha irmã Lavinia, e uma outra, que não tenho certeza se Marilia ou Olivia. Falando com elas, você facilmente descobrirá quais duas das três, assistiram ao episódio, que denota o poder do pensamento e o cuidado que devemos nutrir com as potências do psiquismo, sobremaneira quando nos notamos mais dotados, neste particular, para que estejamos alinhados, conscientemente, às Forças da Criação e não a serviço, mesmo que involuntariamente (como foi nas duas ocorrências que narrei), das forças da destruição. 
 

(Entrevista cedida em 1º de janeiro de 2009.)